
Sinopse: “A batalha entre o Bem e o Mal começa com dois irmãos: um do Bem, outro do Mal. Juntos, os dois mantêm o equilíbrio da Floresta Sem Fim. Eles também são os responsáveis por escolher quem entra para a Escola do Bem e do Mal, assim como por treinar, ensinar e preparar os alunos para encontrar seu destino.
Até que algo inesperado e poderoso acontece. Algo com potencial para mudar a tudo e a todos, incluindo os dois irmãos. Quem irá sobreviver? E quem irá comandar a Escola?
A origem da Escola do Bem e do Mal é o começo de uma aventura cheia de magia, emoção e surpresas que irão testar sua lealdade e coragem.
Embarque nessa viagem no tempo e descubra os eventos inéditos que levaram à dramática chegada de Sophie e Agatha e ao início de seu conto de fadas épico.”

Idade de leitura indicada: +12
Resenha:
Podendo ser lido antes do primeiro livro da série ou após qualquer um deles, em minha opinião, é como um volume 0.5, anterior ao primeiro. Diferente dos outros, aqui não há tantas explicações sobre a estrutura de mundo, já desenvolvida ao longo da série “A Escola do Bem e do Mal”. Muitos dos elementos que vemos ao longo dos demais ganham aqui suas origens, revelando como tudo começou.
Neste enredo, conhecemos mais sobre os dois irmãos, diretores do Bem e do Mal. A narrativa é fluida e é muito interessante conhecer os dois, pois possuem personalidades e desejos completamente distintos. Rafal, inclinado ao mal, pensa frequentemente em benefício próprio, enquanto Rhian demonstra preocupação com os outros. Ainda, entendemos o quanto é desafiador administrar a escola onde “Sempres” e “Nuncas” convivem e novos personagens e figuras icônicas são apresentados. Ágatha e Sophie não aparecem aqui, mas estão presentes como protagonistas na série.
O autor escreve de maneira a nos fazer querer ler esse livro em poucos dias! Confesso que esperava um foco totalmente centrado nos diretores, mas a história também passeia pelos alunos, com capítulos que intercalam as cenas entre as aventuras de cada diretor. Senti falta de uma conexão entre o final deste volume e o início da série; percebi um hiato que imaginei que seria aprofundado aqui.
No fim, a narrativa reforça uma mensagem importante: ninguém é completamente bom ou completamente mau. Sempre existe a possibilidade de mudança.
“Ser forte por dentro é melhor do que ser forte por fora.”



