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A Sutil Arte de Ligar o F*da-se

angie lester (1)Sinopse:Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço. Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva – sem querer desprezar o valor de nada disso, a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. É um pecado social se deixar abater quando as coisas não vão bem. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. Não dá mais. É insuportável. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o foda-se. Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. E ele faz isso da melhor maneira. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão. Para os céticos e os descrentes, mas também para os amantes do gênero, enfim uma abordagem franca e inteligente que vai ajudar você a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto. Livre-se agora da felicidade maquiada e superficial e abrace esta arte verdadeiramente transformadora.”

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Mark Manson / Intrinseca / Literatura Estrangeira, autoajuda

Partes Favoritas:

Gostei muito da forma de abordagem do autor, totalmente sincera e direta ao ponto! O que deixou a leitura mais dinâmica, sem a parte cansativa comumente presente nos livros de autoajuda.

“O segredo para uma vida melhor não é precisar de mais coisas; é se importar com menos, e apenas com o que é verdadeiro, imediato e importante.”

Comentários:

Uma leitura que abre a nossa mente e traz consciência para uma mudança significativa na forma de ver o mundo, o outro e a própria vida. É um livro de autoajuda dinâmico e sem rodeios, carregado de objetividade, clareza e sinceridade. Senti como se o próprio autor fosse escrevendo para si próprio, não apenas para ajudar quem está lendo. Já que, ao meu ver, ao longo da narrativa ele parece ir mudando seu tom na escrita. Inicia aparentemente com mais raiva e sede de passar aquelas informações, usando palavras de baixo calão; com o passar dos capítulos, vai se acalmando e percebendo o que o motivou a escrever.

Quase achei que o autor estava se contradizendo em alguns momentos. Mas, parando para analisar todo o contexto e tudo o que vai aparecendo no decorrer da narrativa, não é que haja exatamente contradições, em minha opinião, ele quis destacar que não há certo, errado, pensar positivo, pensar negativo, se conhecer, não se conhecer, tentar algo, não tentar algo. Expondo que o importante é não se prender ou forçar as coisas, apenas ligar o f*da-se para aquilo, se permitir relaxar e aceitar ou se permitir não relaxar e não aceitar. Se permitir! Viver de maneira espontânea sem se prender em dogmas ou paradigmas. Relaxando consigo mesmo, ficando tranquilo com os próprios julgamentos, incertezas, dúvidas e/ou medos.

Conforme o livro vai rumando ao seu fim as mensagens e histórias contidas em suas páginas vão ficando mais profundas e mexendo com pontos mais sérios, principalmente sobre amadurecimento. Abordando questões variadas tendo como foco a interpretação de cada um para os acontecimentos cotidianos. Eu fiquei aliviada de perceber o quanto eu posso melhorar com coisas simples, não traz um passo a passo de como melhorar. Porém, abre a mente para que cada um consiga minimizar a intensidade que dá aos problemas e perceber a prioridade que dá a pequenas coisas.

“Você é definido pelas batalhas que está disposto a lutar.”

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Mensagem:

Um livro que vem para reafirmar o quanto tudo o que nos causa algo bom ou ruim pode ser levado como um aprendizado. Além de destacar que ser feliz depende de cada um e da forma como se encara os acontecimentos passados e presentes. Cada pessoas é responsável por tudo o que sente e faz. A felicidade pode ser administrada apenas pelo que se pensa sobre si próprio e sobre a vida no geral.

Claro que todos sabemos que tudo sobre nós é nossa responsabilidade. Mas quando se lê sobre isso parece que é possível captar melhor esta mensagem e ver que somos nós que conduzimos o nosso próprio “barco”; podemos fazer ele ir para qualquer lugar que quisermos, sempre temos escolha.

“É você quem escolhe como viver o que vive, como reagir aos acontecimentos e avaliá-los.”

Tem um momento do livro, pensei ser importante destacar aqui, que o autor fala para nunca nos conhecermos. Mas claro que é importante saber do que gostamos ou não, ele mesmo reafirma isso. Então o que entendi, que ele quis dizer, deste ponto é para que não fiquemos presos nisso. Gostos mudam e nós nunca seremos sempre os mesmos. Precisamos estar abertos para gostar de coisas novas conforme formos amadurecendo.

“Enfrentar seus medos e suas ansiedades é o que vai fazer você criar coragem e perseverança.”

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O autor também escreveu o livro: “F*deu Geral”

 

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2 comentários em “A Sutil Arte de Ligar o F*da-se”

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