
Sinopse: “Casada com um irmão. Apaixonada pelo outro. A aguardada conclusão dessa duologia de romantasia inspirada na era da regência, perfeita para fãs de Bridgerton e A Seleção. Ivy Benton se tornou rainha da Inglaterra ao conquistar a mão do rei feérico Bram. Mas o título não lhe trouxe nenhum poder, apenas uma prisão: isolada no palácio, ela é ignorada pela corte e obrigada a conviver com um marido cada vez mais cruel. A ascensão de Bram ao trono abriu o portal para o Outro Mundo. Depois de séculos afastados, os feéricos retornam ao reino humano em uma celebração perversa, transformando pessoas em brinquedos e acordos em armas. Sob a máscara da esposa ideal, Ivy esconde um plano audacioso para sobreviver: livrar-se do marido, resgatar a irmã e voltar aos braços de Emmett, o amor da sua vida. Entre traições, desafios sangrentos e amores devastadores, Ivy logo percebe que, para vencer, vai precisar ser ainda mais implacável que seus inimigos. Ou pode acabar sem nada.”

Idade de leitura indicada: +16
Resenha:
A narrativa é mais sombria e emocional, com personagens marcados pelo sofrimento, segredos e desconfianças. Muita coisa está diferente, muita coisa mudou após o primeiro livro. Parecem poucos meses no mundo humano, mas são anos no mundo feérico. Ivy Benton quer dar um jeito de as coisas voltarem aos eixos, principalmente porque a situação com os feéricos saiu do controle e está beirando a crueldade. Eles estão dando longas festas no mundo humano, sem se preocupar em torturar com seus jogos, trapaças e acordos.
A leitura não é tão fluida quanto a do primeiro volume, em minha opinião. Senti todos muito cansados e magoados, parece que os segredos quebraram um pedacinho do coração de cada um. A história traz certo caos e desconfiança. Aqui também temos um grande jogo feérico, como no primeiro livro, onde as moças competiram pela mão do príncipe. Dessa vez são apenas as duas irmãs Benton que competem, dando a impressão de que as duas são grandes inimigas. Enquanto Emmett parece outro homem e Bram mostra quem realmente é.
O cenário predominante na leitura é o reino das fadas, com suas regras diferentes e bem específicas. Senti como se estivéssemos lendo com uma lente embaçada, onde não dá para ter certeza da realidade, nem da real intenção dos personagens. Mesmo a narrativa se alternando entre vários pontos de vista, acredito que a história se perdeu em alguns momentos explorando os limites da confiança e crueldade.
“As vezes, um único minuto importa mais que cem anos.”

Sequência dos Livros:
1. O Acordo das Rosas
2. A Rainha dos Espinhos
Livro: A Rainha dos Espinhos
Gênero: Fantasia, fantasia jovem adulto, fantasia feérica, romance, dark fantasy
Temas: feéricos, irmandade, confiança, jogos feéricos, segredos, amadurecimento, reino das fadas, magia, caos, sobrevivência e escolhas.
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